ÁLCOOL, JURISDIÇÃO, CONTROLE SOCIAL E VIOLÊNCIA

Francine Delfino Gomes, Marcelo Libonati de Paula

Resumo


Parte da responsabilidade da causa de elevadíssima violência no Brasil está relacionada ao consumo de álcool no exercício do controle da venda midiática, destruição que se iguala a muitas guerras no mundo. Mortes por doenças que causam, homicídios, violências domésticas, crimes urbanos, acidentes automobilísticos e danos diversos a humanidade, econômicos exorbitantes ao estado, depreciam todo o meio ambiente e levam o povo a uma qualidade de vida miserável. A população, vítima dessa violência, é induzida a certas atitudes que muitas das vezes sequer, condizem com suas vontades, no controle social exercido na venda do álcool por um grupo social, a Elite, que atuam no direcionamento das pessoas, sobre o Poder do dinheiro. Lançam do alto da pirâmide social o álcool, arma de energia alucinógena, para distorcerem a realidade perceptiva, manipulando na ignorância os consumidores e os mantendo sob suas frívolas vontades, mais ou menos escravizados. Os canais televisivos são os processadores desse sistema, utilizados por políticas diversas gerando perdas incalculáveis, segundo pesquisas citadas das fontes diversas da Organização Mundial da Saúde. Utilizam-se das estratégias de distração, frente a programas com baixo teor valorativo e desviam assim, a atenção das pessoas dos primordiais para o desenvolvimento do ser humano. Assuntos estes que tratam das relações de poder, furtando o direito de liberdade e poder democrático dado ao cidadão pela constituição. A programação utiliza a energia do álcool, droga depressora lícita, para potencializar seus ideais destrutivos de agrupamentos de inteligências coletivas, visto que o incomode pessoas pensadoras, drogando o povo e isolando parte da nação, associando felicidade a eventos culturais e esportivos. As empresas privadas, visando o lucro, arrecadam economias incalculáveis, gerando toda violência alcoólica e desviam a responsabilidade ao estado, debilitado de controlar a questão. A poderosa arrecadação do álcool mantém políticos em seus confortos, escolhidos de certo a favorecerem e protegerem o sistema alcoólico, nesse iceberg, onde a população sofre das consequências da violência abaixo, no frio e escuridão do mar de álcool, e a elite se beneficia no conforto de sua posição privilegiada. Torna-se fundamental para a diminuição dos índices de violência no Brasil, políticas públicas que rompam desse vínculo de controle social exercido da comercialização do álcool na publicidade midiática televisiva, para que se desfaça desse sistema imperfeito que corrompe a liberdade, a vida e a dignidade humana brasileira, direito de todos. 


Palavras-chave


Álcool. Estratégias da distração. Armas silenciosas. Determinismo

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