PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL

Gildo Lopes de oliveira junior Oliveira, Janilson Ferreira Alexandre, Sayonara França Durval, Tatiane Muniz da Silva, Dulcilene Joaquina da Conceição Cardoso, Girlan Cândido da Silva

Resumo


Introdução: A violência sexual contra a mulher é caracterizada pelas Organização das Nações Unidas (ONU) sendo qualquer ato de violência baseada na diferença de gênero que traga sofrimento, danos físicos, sexuais e psicológicos a mulher de modo que seu agressor utilizasse por intermédio aterrorizar, degradar, humilhar e dominá-las. Trata de um problema social universal que raramente é realizado por prazer sexual. Além do que a violência sexual configurasse como problema de saúde de saúde mundial por provocar sequelas que a mulher levar para o resto de sua vida, de modo que altera todo o seu contexto de vida. Objetivo: Identificar o perfil epidemiológico de mulheres vítimas de violência sexual. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura cientifica, a partir da questão norteadora. Da violência sexual em mulheres e seu perfil epidemiológico. A busca dos artigos ocorreu nas bases de dados Lilacs, Bireme, Scielo, sendo selecionados dez artigos. Utilizaram-se descritores booleanos Violência Contra Mulher AND Enfermagem AND Serviço de Saúde. Resultados: Segundo os artigos revistos foram encontrados os seguintes perfis de mulheres: caucasianas (60%), 1grau completo (70%), possuem algum tipo de ocupação (30%), união estável (30%), solteiras (20%), declaram ter religião (20%) Agressores desconhecidos (20), agressores conhecidos (60), abordadas na rua (20) com idade média de (20). Conclusão: Com base nas literaturas revistas, o presente estudo mostra que qualquer mulher está propícia a sofrer uma violência sexual. Diante do Exposto observa-se que a violência sexual é um fenómeno mundial, tendo como vítimas do problema mulheres cujas as realidades de vidas são distintas, independente de situação civil, religiosa ou que apresentem algum tipo de ocupação. Além do mais as vítimas também correm perigo dentro de suas realidades de vida visto que cerca de 60% dos agressores tem contato direto com a vítima

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