A FREQUÊNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM CARPINA/PE

Candice Heimann, Andrezza de Kássia Diogo A. N. Melo, Camila Galindo Siqueira Lima, Camila Poanne Cordeiro de Moraes Soares, Keila Pollyana de Moura Araújo, Márcia Rodrigues de Souza

Resumo


Introdução: Amamentar é muito mais do que nutrir, caracterizado por um processo que envolve interação mãe e filho, com repercussões no estado nutricional da criança, exercendo influência na redução da mortalidade dos lactentes e implicações positivas na saúde física e psíquica da mãe. Objetivo: Estimar a frequência de aleitamento materno exclusivo em crianças de zero a seis meses de idade em uma unidade de saúde da família em Carpina Pernambuco. Método: Pesquisa de caráter descritivo e exploratório transversal, com abordagem quantitativa, composta por variáveis expressas sob a forma de dados numéricos. Resultados: A amostra constituiu-se por uma prevalência materna com faixa etária entre 26 á 30 anos, casadas 71,43%, nível de escolaridade com ensino médio incompleto 35,71%, e com 1 ou 2 filhos 81, 72%. Entre as 14 mães entrevistadas, 11 delas justificaram que o principal fator que levou a não continuidade do AME foi o fato do leite materno ter sido considerado fraco ou insuficiente, optando assim por introduzir outros tipos de alimentos na dieta dos bebês. Verificou-se que 50% das crianças encontram-se em aleitamento artificial, entretanto a frequência do AME, em quase todos os casos foi baixa e evidenciando nessa pesquisa que apenas 21% das mães fazem uso exclusivo do aleitamento materno até o sexto mês do bebê. Conclusão: O padrão do aleitamento materno das crianças de zero á seis de idade encontra-se inadequado, haja vista 50% dos lactantes encontrar-se em aleitamento artificial e tão somente 21% em AME. Outros achados na pesquisa também demandam vigilância e atuação da equipe de saúde, logo, faz-se necessário a contribuição do profissional de saúde para auxiliar as nutrizes, informando-as sobre a importância do leite materno e suas VIII Congresso Nacional de Enfermagem-RECIFE 20 á 22 de Outubro, Olinda-Pernambuco 2 vantagens de modo a aumentar a frequência do aleitamento materno exclusivo e uma melhor qualidade de vida aos envolvidos a curto, médio e longo prazo.

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