CONHECIMENTO QUANTO AO TRATAMENTO CONSERVADOR DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES DE UM MUNICÍPIO DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Autores

  • Caroline Teixeira Graf Nunes UNIVERSIDADE GUARULHOS
  • Francisca Jaqueline R.F. Bonadias
  • Juliana Marques da Silva
  • Larissa Amabile Souza Prado
  • Patricia de Oliveira Santos

Palavras-chave:

Incontinência Urinária, Climatério, Fisioterapia.

Resumo

Introdução: Incontinência Urinária (IU) é um problema de saúde pública, cujo risco aumenta com a idade, podendo determinar uma série de consequências físicas, econômicas, psicológicas e sociais que podem interferir na qualidade de vida das mulheres de forma negativa, levando-as a uma mudança de comportamento. A porcentagem de mulheres que procura assistência médica com queixa de perda de urina e a porcentagem das que têm perda de urina regular ou esporadicamente têm se mostrado divergentes por várias razões como: inibição para conversar sobre o assunto, falta de conscientização sobre as terapêuticas disponíveis, baixa expectativa de benefícios advindos dos tratamentos e falta de conhecimento de onde busca-los e percepção da incontinência como uma situação sem importância. Método: estudo transversal a partir de um projeto de pesquisa que utilizará a dissertação de mestrado “Avaliação do Conhecimento e Efeito de Ação Educativa Sobre a Incontinência Urinária em Idosas de Diferentes Contextos Sociais do município de Guarulhos”, intitulada ao número de protocolo 1.687.283, com 162 mulheres da UATI e 162 mulheres de UBS. Foi aplicado questionário sobre avaliação de conhecimento e prevenção no tratamento de IU composto por 15 questões onde utilizaremos as questões 6 e 7. Desenvolvimento: essa pesquisa será importante para verificar o conhecimento das mulheres quanto ao tratamento conservador de IU e poder ter uma abordagem de prevenção, já que a incidência e prevalência é alta nesse número de pessoas. E não ter o conhecimento que a fisioterapia é considerada padrão ouro como tratamento muitas vezes levam essas mulheres a negligencia, por achar que só existam tratamentos invasivos. Conclusão: esperamos encontrar um número maior de mulheres que não conhecem o tratamento conservador de IU em relação às que conhecem. E pretendemos com esse resultado desenvolver um protocolo de prevenção e tratamento de IU dentro da UATI e da UBS.

Biografia do Autor

Caroline Teixeira Graf Nunes, UNIVERSIDADE GUARULHOS

FISIOTERAPEUTA FORMADA PELA UNIVERSIDADE GUARULHOS, ESPECIALISTA EM FISIOTERAPIA EM UROGINECOLOGIA E MESTRANDA EM SAÚDE PÚBLICA NA UNIVERSIDADE SÃO PAULO (USP) DOCENTE DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIVERSIDADE GUARULHOS E SUPERVISORA DE ESTÁGIO.

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Publicado

2018-08-21

Como Citar

Graf Nunes, C. T., Bonadias, F. J. R., Silva, J. M. da, Prado, L. A. S., & Santos, P. de O. (2018). CONHECIMENTO QUANTO AO TRATAMENTO CONSERVADOR DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES DE UM MUNICÍPIO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Revista Saúde - UNG-Ser, 11(2 ESP), 53. Recuperado de https://revistas.ung.br/saude/article/view/3399

Edição

Seção

I Congresso Multiprofissional de Saúde